[Vídeo] Momentos que mudaram o cinema: 'Jurassic Park'

Muitas pessoas não sabem, mas incialmente, Steven Spielberg pretendia fazer os efeitos especiais dos dinossauros de Jurassic Park em stop-motion (efeitos estes que seriam feitos pela equipe liderada por Phil Tippett). Mas no fim, dos 15 minutos em que os dinossauros estão completamente em cena, 9 foram feitos completamente em CGI – ainda "sobrou" algo para Tippett (mas sem stop-motion).

Veja o curta feito pela 'Academy of Motion Picture Arts & Sciences' ('Academia de Artes & Ciências do Cinema') que nos conta, como foi decidido quais tipos de efeitos seriam usados no filme, e como a Industrial Light & Magic mudou completamente a indústria cinematográfica na época, com este filme que todos nós adoramos:


O vídeo começa falando sobre o stop-motion que seria utilizado no filme. Essa "tecnologia" não seria real o suficiente para fazer os dinossauros e proporcionar uma experiência real ao público. Até que em Novembro de 1991, a ILM fez um teste de efeitos especiais com apenas os ossos de um T-Rex se movimentando. A produtora Kathleen Kennedy viu o teste, e os achou "bem mais avançados do que o que eles vinham fazendo com o stop-motion". A partir daí, eles continuaram o trabalho (com a aprovação de Spielberg) e trabalharam nos efeitos do filme.

Phil Tippett, que faria o trabalho do stop-motion, acabou ficando com o cargo de 'Supervisor dos Dinossauros', onde ele desempenhou um papel muito importante na concepção dos movimentos dos dinossauros em cena. Além disso, o Stan Winston Studios fez os efeitos "práticos" do filme, com os famosos animatrônicos.

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Sobre os autores


Victor Nunes é o fundador da rede Mundo Jurássico BR. Com 18 anos de idade, reside em Guarulhos/SP, cursa Engenharia de Produção pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e é fã de Jurassic Park desde seus 8 anos, além de curtir outras produções de cinema e televisão da cultura pop. | Facebook | Twitter

Bruno Fernando é editor do Mundo Jurássico BR desde junho de 2015. Apaixonado pelo clássico de Spielberg desde criança, conheceu o romance original de Michael Crichton na adolescência e hoje, com 18 anos, se considera um fã de cultura pop e futuro jornalista.
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