Colin Trevorrow discute sobre a atmosfera do parque e o surgimento do D-Rex


Nesta terça-feira, Colin Trevorrow deu uma entrevista ao jornal estadunidense USA Today, que publicou uma matéria com os filmes mais esperados deste ano. Como Jurassic World estava no meio, o diretor aproveitou para falar mais um pouquinho do filme, que ganhará um novo trailer durante a exibição do Super Bowl no dia 1° de fevereiro. Leia!

"Com o número de visitantes em queda, o parque temático na ilha repleto de dinossauros recebe uma atualização e um monstro híbrido é criado para um impulso econômico - com imprevisíveis e bastante infelizes consequências.

Ok, Belzebu Diabolus Rex. Beleza. Eu e você já o conhecemos. Porém, é importante notar que nas explicações dadas anteriormente, era dito que a criação do híbrido foi por conta do entendiamento dos visitantes com os dinossauros. Sobre isso, Trevorrow complementou: "Com os milagres da ciência como os dinos, você não pode aumentar o fator 'uau'. Este filme existe mais ou menos para dar um tapa nos personagens em torno e dizer: 'não, olhe ao seu redor, isto é incrível'". 

Então, o que podemos entender é que o público começou a ignorar ou a esquecer a maravilha e a beleza dos dinossauros existentes, o que resulta em crises ao parque, como a diminuição dos visitantes e consequentemente do orçamento arrecadado, o que acaba obrigando os geneticistas a "subirem de nível" e criarem algo desconhecido e novo, o D-Rex.

Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros abre suas portas em 11 de Junho.

Fontes: USA Today e JP Legacy.
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Sobre os autores


Victor Nunes é o fundador da rede Mundo Jurássico BR. Com 18 anos de idade, reside em Guarulhos/SP, cursa Engenharia de Produção pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e é fã de Jurassic Park desde seus 8 anos, além de curtir outras produções de cinema e televisão da cultura pop. | Facebook | Twitter

Bruno Fernando é editor do Mundo Jurássico BR desde junho de 2015. Apaixonado pelo clássico de Spielberg desde criança, conheceu o romance original de Michael Crichton na adolescência e hoje, com 18 anos, se considera um fã de cultura pop e futuro jornalista.
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